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Com o avanço da IA agêntica, investimentos em cibersegurança devem atingir US$ 6,2 bilhões até 2029
Com o avanço da IA agêntica, investimentos em cibersegurança devem atingir US$ 6,2 bilhões até 2029
A transição de modelos convencionais para agentes autônomos de Inteligência Artificial está redefinindo as prioridades de proteção corporativa, exigindo governança contínua e defesas adaptáveis contra ameaças cada vez mais dinâmicas.
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Eder Moraes
12 de September de 2026
2 min de leitura
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A rápida evolução dos modelos de linguagem para sistemas de IA agêntica — soluções capazes de tomar decisões e executar fluxos de trabalho completos de forma autônoma — está transformando as exigências de segurança da informação no ambiente corporativo. Segundo dados recentes divulgados pela NTT Data, o investimento global em gestão de riscos e proteção voltada a ecossistemas de IA deve crescer exponencialmente, atingindo a marca de US$ 6,2 bilhões até 2029. Ao contrário de assistentes que apenas respondem comandos, os agentes de IA interagem com APIs, leem dados e manipulam bancos de dados e sistemas de produção. Com essa autonomia expandida, regras fixas de segurança perdem eficiência para controles adaptáveis e monitoramento contínuo em tempo real. Os principais desafios apontados pelo setor incluem governana de permissões e acessos, prevenção contra injeção de instruções (prompt injection) e contenção do uso de IA por agentes maliciosos em varreduras de vulnerabilidades em larga escala. Para os próximos anos, a integração da inteligência artificial não será apenas uma ferramenta de automação operacional, mas também o núcleo das estratégias defensivas das organizações.